Saiu no jornal

Quarta-feira, Setembro 05, 2007

Anos de abandono depois, volto a postar aqui:

Saiu no Notícias de Chapadinha, cidadezinha do Maranhão:

O MISTÉRIO DO BEBÊ DE 3 MESES QUE FALA
31/08/2007 12:56:31
Por: William Fernandes



Atendendo a inúmeros pedidos fui averiguar essa história do pequenino de apenas 3 meses que fala. Dei um giro pela cidade e muitas pessoas estão até hoje assustadas com essa confusão, principalmente crianças e idosos. Ora, tão dizendo por aí que o menino falou que no dia 7 de setembro acontecerá uma tragédia em Chapadinha; que a mãe dele vai morrer em tal dia; que ele não passará dos seis meses de vida e por aí vai... - Você já ouviu falar do bebêzinho que fala? - "Vi sim. Siô, inté hoje eu tô incabulado cum essa istóra. Cuma é qui podi um cristão dessa idade falar isso tudo qui o povo tá ispaiano pela cidade? Isso só pode sê coisa do demõi". O 'causo' é sério, mas tudo isso que estão falando não passa de folclore. Não tem aquele ditado que diz que "o povo aumenta mas não inventa"? Pois é. O 'povo da rua' não inventou mas aumentou. E como aumentou. Pois bem. Fui perguntando pra um e pra outro e acabei descobrindo onde mora o suposto bebê falador. Aliás, a casa já está se transformando num lugar de peregrinação. É toda hora chegando gente pra conhecer o menino Sávio, de 3 meses, que fala. A avó, a tia, a mãe e alguns vizinhos se revezam na explicação do "fenômeno". Eles pedem até que deixem de ir lá, alegando que o menino já pegou quebrante de tanto ser admirado e, claro, estão tirando a privacidade da família. O que contam lá na casa do Sávio é que um certo dia, brincando com ele, perguntaram: Sávio, você gosta da vovó? E ele teria respondido: "gosto". Depois teriam perguntado: Sávio, se a tua mãe morrer tu vai morar com a tua tia, é? E ele teria respondido: "É". Foi só isso e nada mais. Mas, na empolgação, saíram espalhando na vizinhança que o menino tinha falado. E aí um foi contando de um jeito pra outro que já contou de outro e depois de outro até chegar a esse ponto. Com a permissão dos pais e avós, tirei até uma foto para mostrar a vocês essa gracinha de bebê, que não passa de uma criança como qualquer outra de sua idade.
10:17 AM

Comments:

Sábado, Dezembro 31, 2005

Do Jornal de Brasília, do DF:

Ladrão entala em chaminé

O servente de pedreiro Adriano Pedro de Oliveira, de 26 anos, de São Carlos (SP), tem motivos de sobra para odiar a história de que Papai Noel chega nas residências e entra pela chaminé para entregar presentes. Na madrugada de ontem, Oliveira tentou praticar um furto, com outros três homens, e entalou na chaminé da casa que seria o alvo do crime. Ele recomeçou a gritar por socorro e o Corpo de Bombeiros foi acionado e quatro soldados tiveram dificuldades para retirar o homem da chaminé. Após ser ouvido, e alvo de muita gozação na delegacia, o falso Papai Noel foi para casa.


1:46 PM

Comments:

Do Correio Braziliense, do DF:

Falsa gravidez vira caso de polícia

Uma história contada pela dona-de-casa Valdinéia Florindo, de 38 anos, causou ontem de manhã uma grande confusão no distrito de Guarus, em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, e mobilizou policiais civis e militares, bombeiros e agentes do Centro de Controle de Zoonoses da cidade. Ela denunciou à polícia que a cadela de estimação da família, uma pit-bull chamada Fadinha, havia devorado um feto prematuro que ela teria acabado de abortar espontaneamente. Para a polícia, a história é inverídica.

À tarde, depois de o animal ter sido operado, descobriu-se que Valdinéia sequer esteve grávida. A polícia está investigando se ela sofreu gravidez psicológica ou se agiu de má-fé.

Valdinéia estava em casa, na favela Parque Aldeia, com os três filhos ¿¿ um rapaz de 17 anos e duas meninas de 14 e 13 ¿ quando queixou-se de um mal-estar. Ela disse aos filhos que a bolsa d¿água havia rompido e que o bebê havia caído no chão. A cadela, então, teria atacado e engolido a criança. Ninguém testemunhou o fato. Uma das filhas confirmava inicialmente a versão, mas depois confessou que mentira a pedido da mãe.

A polícia começou a suspeitar da história quando encontrou o piso da casa lavado. A cadela Fadinha estava aparentemente tranqüila e não havia vestígios de sangue em seu focinho. O animal foi capturado, sem reagir, por veterinários e submetido à operação.

Enquanto isso, Valdinéia era atendida no Hospital da Beneficência Portuguesa. Os médicos atestaram que ela não teve gravidez recente. Não havia dilatação intravaginal, o colo do útero estava fechado (para que volte ao normal são necessários 40 dias após o parto), o útero apresentava dimensões normais e não havia vestígio de sangue ou placenta. Laudo do médico Cláudio Cola, do Instituto Médico Legal, confirmou o exame feito no hospital.

O marido de Valdinéia, que trabalha como cortador de cana e estava na usina no momento do suposto ataque, disse que a mulher parecia grávida pela manhã e que a barriga havia diminuído.

Os veterinários encontraram uma massa de carne triturada no estômago de Fadinha. O material será analisado pelo Laboratório de Genética da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

1:41 PM

Comments:

Quarta-feira, Dezembro 28, 2005

Do Popular, de GO: (Vale pela manchete)

Kirchner declara guerra a vasos sanitários do Brasil e Uruguai

Buenos Aires ¿ As freqüentes batalhas entre o Brasil e Argentina chegaram aos toilletes. O novo alvo do protecionismo do governo do presidente Néstor Kirchner são os bidês, vasos sanitários e pias produzidos no Brasil e no Uruguai. A pedido dos empresários argentinos, o governo anunciou medidas para reduzir drasticamente a entrada desses produtos no País nos próximos três anos.

O argumento das empresas e do governo é que a Argentina está sendo invadida por bidês e sanitários estrangeiros, que entrariam com preços de dumping. Segundo o Ministério da Economia, esses produtos ¿causam um dano significativo à indústria nacional do produto similar¿.

Para reduzir o fluxo de bidês, vasos e pias provenientes do exterior, a Argentina anunciou a aplicação de pesadas tarifas alfandegárias, que oscilam entre 20% a 147,4%. A maioria das fábricas brasileiras de bidês que exportam para o mercado argentino sofrerão a aplicação de uma tarifa de 147,4%, a mais elevada deste pacote anti-dumping.

Os vasos brasileiros terão uma taxa extra de 53,2%, enquanto sobre que as pias incidirá taxa de 50,89%. (Agência Estado)


6:11 PM

Comments:

Segunda-feira, Novembro 28, 2005

Do Correio do Estado, do MS, em 26/11/2005:

Sucuri estava na tubulação da Receita
Antônio Viegas


Policial mostra a cobra que foi encontrada no prédio da Receita Federal


A Polícia Militar Ambiental em Bela Vista capturou na última terça-feira, uma sucuri de aproximadamente dois metros de comprimento, que estava dentro das instalações da Receita Federal do município.

Conforme informações, a cobra ficou entalada na tubulação de água no prédio da Receita, o que permitiu ser capturada facilmente. De acordo com o sargento Maurício Guedes, comandante da PMA de Bela Vista, após retirar a cobra do prédio, ela foi solta alguns quilômetros abaixo, no Rio Apa.



8:11 PM

Comments:

Terça-feira, Novembro 01, 2005

Do Diário do Pará, do PA, em 29/10/2005:

Na avenida

Lixo pega fogo durante a coleta

José Clemente Schwartz

O lixo que era transportado no caminhão de placas KEH 8464, da empresa Terra Plena, que presta serviços para a Secretaria Municipal de Saneamento (Sesan) pegou fogo e quase incendeia o veículo, ontem, às 21h, na avenida Almirante Barroso, próximo ao Entroncamento. O fogo só não tomou maiores proporções porque os lixeiros recolheram os entulhos em chamas antes que o combustível fosse atingido.
¿Percebemos a fumaça saindo e pedimos para parar e confirmamos que o lixo estava pegando fogo¿, contou Everton Azevedo, funcionário da empresa.
Os lixeiros retiraram o lixo em chamas e colocaram às margens da avenida e acionaram o Corpo de Bombeiros. ¿Nós ficamos com medo que o fogo atingisse o combustível. Aí seria um prejuízo enorme¿, disse Everton.
Eles acreditam que o incêndio foi provocado por algum saco de lixo que continha resíduos de fogo. ¿Nós trabalhamos numa área em que há muitos pontos de venda churrasquinhos. É possível que tenham colocado um saco de lixo com cinzas em que ainda havia alguma brasa¿, opinou Mário Célio do Rosário Silva.
Os lixeiros ficaram aguardando o Corpo de Bombeiros que chegou pouco depois das 22h.



5:21 PM

Comments:

Segunda-feira, Outubro 24, 2005

Da Gazeta do Espírito Santo, do ES, em 22/10/2005:

Relação sexual acaba na delegacia

São Paulo. Uma vendedora de 31 anos recorreu à polícia por suposta
incompetência sexual do parceiro. A mulher procurou o plantão policial da
Chácara Urbana, em Jundiaí, depois de uma briga com o namorado de 38 anos onde
alegava que ele não a fazia ter orgasmos.

O caso foi apresentado ao delegado José Roberto Ferraz e, segundo o Jornal da
Cidade, o namorado disse que a vendedora estaria bêbada durante a estréia
sexual do casal, o que a deixou irritada.

Durante a relação, o casal brigou novamente porque a vendedora alegou que
apenas o namorado teria gozado. Ainda de acordo com ela, terminado o ato, o
namorado colocou roupas e se preparava para ir embora sem que ela tivesse tido
prazer.

A mulher ainda contou à polícia que questionou o namorado sobre seu desempenho
e houve nova discussão, onde o homem virou a cama sobre ela. Durante a briga,
ela chegou a levar tapas, machucou o joelho e foi agarrada pelo pescoço, até
resolver morder o dedo do namorado para se defender.

O homem alega que ela estava embriagada e que, ao questionar sobre o motivo da
bebedeira, teria ouvido uma provocação. Segundo ele, o casal conversou para
depois fazer sexo.

Ele diz que não ejaculou e que ela teria se irritado com isso, o que contraria
o depoimento da denunciante. Segundo ela, houve necessidade de se "limpar".

O namorado ainda diz que foi expulso da residência e que, quando tentou sair,
foi agredido. Durante as discussões ela ainda teria tentado rasgar seus
documentos pessoais.

A polícia fez um boletim de ocorrência de Lesão Corporal Dolosa Mútua.

2:49 PM

Comments:

Quinta-feira, Outubro 13, 2005

Da Folha Online, de São Paulo:

Acidente com paraglider mata aposentada em Minas

Uma aposentada de 62 anos morreu por volta das 15h30 de quarta-feira (12) ao sofrer um acidente enquanto pousava de paraglider, no município de Santa Rita do Sapucaí (MG). Ela voava com o genro, que ficou ferido.

Eles pousavam em um gramado que costuma ser usado por praticantes do esporte. Em depoimento à Polícia Civil, o genro, de 38 anos, disse que o aparelho se enroscou em uma placa de propaganda enquanto ele e a sogra desciam. Eles perderam o controle do paraglider, e o poste de madeira que sustentava a publicidade caiu sobre ambos.

De acordo com a Polícia Civil, o genro está internado em Pouso Alegre e ainda não foi possível apurar se as vítimas, moradoras em São José dos Campos (SP), estavam capacitadas para conduzir o paraglider.

A aposentada chegou a ser socorrida, mas chegou ao hospital já sem vida. Ela teria sofrido traumatismo craniano. O genro quebrou a perna.
4:31 PM

Comments:

Quinta-feira, Outubro 06, 2005

Da Folha do Estado, do MT:

Apreendida lingüiça de capivara

Lingüiça de capivara? A denúncia recebida pela equipe do Parque Nacional da Lagoa do Peixe parecia a princípio pouco provável, mas a riqueza de detalhes relatados mereceu atenção. De posse do mandado de busca e apreensão e com o apoio da Polícia Militar o inusitado foi comprovado.
No interior da casa de um pequeno agricultor do município de Mostardas, o Ibama flagrou uma base de caça de grande dimensão para os padrões da região: dois rifles, uma carabina, duas espingardas e muita munição. Em um freezer estava a lingüiça já preparada e várias partes (inclusive o couro) da capivara que o caçador misturava com carne de porco ¿pra dar um temperinho¿, segundo as informações colhidas.

Mas a operação ainda guardava outras surpresas: dentro do freezer, mais uma lebre, quatro marrecas, uma perdiz e seis rabos de tatu.

O analista ambiental Mário Sérgio Celski de Oliveira, que coordenava a operação, considera que os trabalhos de investigação devem continuar: ¿É evidente que aquela era uma base de caçadores bem organizados. Temos que identificar os outros envolvidos, já que havia armas muito caras e registradas em nome de pessoas que não moram na região¿.

Por enquanto a operação resultou na aplicação da multa de R$ 6.500 e apreensão de todo o material. Mas dos processos no Ministério Público Federal, Polícia Federal e Polícia Civil, muitas surpresas ainda podem surgir.

4:55 PM

Comments:

Quarta-feira, Outubro 05, 2005

Do A Notícia, de SC (02/10/2005):

"Seguro" de R$ 440 mil para morto
A cada deputado falecido, colegas precisam colaborar

Brasília - Uma antiga tradição da Câmara dos Deputados faz com que cada deputado federal valha mais de R$ 440 mil depois de morto. A situação tragicômica é decorrente de um costume que ninguém sabe explicar direito quando começou exatamente, mas que já dura, com certeza, mais de dez anos. Quando um parlamentar morre, todos os outros 512, mais o seu suplente, contribuem compulsoriamente com o equivalente a dois dias de trabalho para a viúva do colega. O montante ultrapassa R$ 441 mil. Ou seja, cada deputado morto vale isso.
As explicações dadas por alguns parlamentares em tom de brincadeira para explicar o surgimento do auxílio-funeral são inusitadas também. Como os homens são maioria na casa, o dinheiro serviria para consolar a viúva que por vezes foi traída em Brasília. Ou, ainda, o auxílio ajuda as famílias dos parlamentares que morreram a pagar as dívidas de campanha. Ou, ainda, serviria para pagar os gastos com médicos devido a uma possível doença grave e que não foram ressarcidas pela Câmara.
Antes, o Instituto de Previdência da Câmara (IPC), criado em 1983 e liquidado em 1999, também pagava um auxílio-funeral, mas que apenas custeava os gastos com o enterro. Os parlamentares contribuíam com a viúva mesmo assim. Só nessa legislatura já morreram sete deputados. Ou seja, quase R$ 3,5 milhões para as viúvas.
Tem deputado na bancada catarinense que já ficou quase sem salário. Sob o compromisso de não ter o nome revelado, ele comentou que pagava pensão alimentícia para ex-mulher e filhos, mas num mês morreram dois ou três colegas (ele não lembra mais) e o desconto quase o fez ficar sem salários. "Eu quase fiquei devendo para a Câmara naquele mês", lembra o deputado, rindo.
O deputado Carlito Merss (PT) revela um diálogo com a mulher em tom de brincadeira. "Eu estava contando sobre esse desconto para minha mulher e ela começou a me olhar estranho e brincou: 'Nossa, você está valendo quase meio milhão'", conta, rindo. O deputado Paulo Bauer (PSDB) discorda do desconto compulsório, porque fica o conceito de que deputado bom é deputado morto. "É uma cobrança baseada em costumes, sem base legal. Seria mais correto se todos pagassem um seguro de vida em grupo. Depois, também fica a impressão de que o parlamentar vale mais morto do que vivo", critica.
A ajuda às viúvas é defendida pelo deputado Mauro Passos (PT), que está em seu primeiro mandato. "Eu me surpreendi com a tradição, não tinha ouvido falar antes de vir para cá. Mas, eu acho que é um bom costume. É melhor até do que um seguro em grupo, pois isso demandaria muito mais dinheiro para uma seguradora. É uma forma inteligente. O senso comum é de que os parlamentares são ricos, mas isso não é verdade. E não há dinheiro público nisso", comenta. (Jeferson Ribeiro, especial para A Notícia)

7:42 PM

Comments:

Sábado, Setembro 24, 2005

Do Estadão do Norte, de RO:

Empresários são ludibriados por vidente trambiqueira

Uma mulher que se identificava como Madame Vilma e anunciava ser vidente e astróloga está sendo procurada por agentes do 1° DP. Ela é acusada, através de investigações preliminares, de ter aplicado golpe de R$ 50 mil na Capital. Só de um grande empresário a vidente pegou R$ 30 mil. De um vendedor de frutas ela faturou outros R$ 7 mil, com a promessa de resolver todos os seus problemas. Outras vítimas já procuraram a delegacia e o valor do golpe pode ser ainda maior, suspeitam os policiais.
Segundo o que a polícia apurou Madame Vilma alugou uma casa na Av. Governador Araújo Lima, antiga Abunã, n° 1.590, zona Norte, pagando três meses adiantado, no valor de R$ 1.100,00 cada, local este utilizado apenas para ludibriar os incautos. Depois de espalhar panfletos pela cidade, a mulher começou a formar sua clientela.
Os atendimentos eram feitos sempre em três sessões. Na primeira, ela pedia apenas uma colaboração simbólica em dinheiro. Na segunda, solicitava que o cliente levasse a maior soma de dinheiro possível para ser abençoado, de preferência em um saco vermelho. Na terceira, durante ritual em que a vítima era obrigada a ficar de costas, a acusada se apossava dos valores, colocava papel no lugar do dinheiro e proibia a pessoa de abrir a sacola, alegando que era para não quebrar o efeito do feitiço.
Quando as vítimas descobriram que tinham sido lesadas, procuraram ¿Madame Vilma¿, mas ela já havia desaparecido. A polícia avisada solicitou mandado de busca e apreensão para entrar na casa, onde encontraram apenas um jogo de sofá e um televisor na recepção. Na sala onde a falsa vidente atendia havia somente uma mesa e um pequeno aquário com peixes ornamentais. Em um dos quartos havia um local para acender velas. Os demais compartimentos se encontravam vazios.

1:47 PM

Comments:

Terça-feira, Setembro 13, 2005

Do Jornal Pequeno, do MA:

Amigos fazem aposta e bebem até morrer

Os trabalhadores rurais Carlos Alberto Aquino, 39 anos, e Joel da Silva, 23 anos, morreram no domingo depois de participar de uma aposta para ver quem conseguia consumir mais cachaça, no povoado Cobra D¿Água, a 95 quilômetros de Aracaju. Eles participavam de uma festa com alguns amigos, que também fizeram apostas. O primeiro a morrer foi Aquino, vítima de coma alcoólica, após tomar o último gole da oitava garrafa de cachaça na disputa. Momentos depois, Silva se sentiu mal e foi transportado para o Hospital de Pronto Socorro Governador João Alves Filho, em Aracaju. O quadro clínico também era de coma alcoólico.

4:31 PM

Comments:

Sábado, Setembro 03, 2005

Da Folha do Estado, do MT:

Pintor queimado com água fervente de cano estourado

O pintor Gregório Ferreira da Silva teve o corpo parcialmente queimado sexta-feira (02) enquanto pintava o cano de uma caldeira na empresa em que trabalha há sete meses.
Gregório foi socorrido por colegas de trabalho que o levaram ao Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC) e atendido no box de emergência.

O pintor disse que o cano da caldeira estourou enquanto ele pintava e jorrou nele água fervente.

De acordo com informações da médica cirurgiã Telma Furquim Marra, Gregório teve queimaduras de 2º grau.

¿O paciente foi medicado e deve ficar internado em observação no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do hospital. O caso dele requer atenção e a recuperação vai depender de como o organismo reagir aos medicamentos¿ afirmou.

No primeiro semestre deste ano foram atendidos no ambulatório do CTQ 844 casos de pessoas com queimaduras. A empresa Sperafico (exportadora de soja), na qual Gregório trabalha, disse que vai dar todo suporte e assistência que ele necessitar.


Autor: Laura Petraglia
Fonte da Matéria: Especial para a Folha do Estado

11:54 AM

Comments:

Segunda-feira, Agosto 29, 2005

Do Diário de Natal, do RN:

Uma vida dedicada ao mal

Para ser apelidado de Satanás, o ser humano deve ter aprontado muita maldade na vida. Pois é assim que o assassino confesso da própria mãe, o ex-presidiário João Maria Edelvino, 44 anos, vem sendo chamado pelos seus colegas do Presídio Provisório da Zona Norte, onde está detido desde a última terça-feira. Após usar um facão para tirar a vida daquela que o colocou no mundo, o ¿¿Satanás¿¿ virou personagem odiado e repudiado por todos que tiveram notícia da barbárie cometida no domingo passado, em Nova Parnamirim. A história de Edelvino poderia servir muito bem para um roteiro de filme de terror, daqueles bem sanguinários, onde o assassino mata quem cruza o seu caminho.

A saga de um assassino
A tia de Edelvino, Risomar Sousa da Silva, irmã da vítima, relata com detalhes como foi a convivência com aquele que ela hoje não considera mais como seu familiar. ¿¿Quando ele morrer, quero que seja enterrado como indigente. Não quero que ele use mais o nome da família¿¿, afirma a tia ainda inconformada. Ela lembra que sua irmã sofreu durante toda vida com Edelvino. ¿¿Ele sempre foi problemático. Nunca deixou ela em paz¿¿. Risomar precisou interromper a entrevista à equipe d¿ O POTI para se acalmar e enxugar as lágrimas. Ela e Geralda eram muito unidas.

Chegando na cidade
No início da década de 70, Geralda de Souza Edelvino e seus quatro filhos, saíram do município de Riachuelo (Região Agreste do Estado) para Natal. João Maria era o mais velho dos filhos, com 10 anos de idade. ¿¿Geralda tinha acabado de ficar viúva e veio à Natal para morar com nossa mãe. Assim que eles chegaram eu coloquei os filhos dela em creches, para que minha irmã pudesse trabalhar¿¿, relata Rosomar. Ela lembra que nessa época João Maria já dava muito trabalho para sua mãe. Foi expulso da escola, foi pego várias vezes furando pneus de carros e fazia pequenos furtos. Na medida que ia crescendo, os delitos de João Maria iam ficando mais frequentes e preocupantes. Quando sua mãe se casou novamente, João Maria ficou mais agressivo. Cometia cada vez furtos e brigava cada vez mais com sua família. Uma certa vez seu padrasto ameaçou entrega-lo à polícia caso ele continuasse roubando. Na mesma hora João reagiu com violência: pegou uma foice e deu um golpe no braço do padrasto, quase arrancando o membro.

Faculdade do crime
As razões a tia não sabe, mas logo que completou 18 anos João Maria decidiu que iria para São Paulo. Talvez para não ser preso aqui, já que havia cometido vários roubos em Natal. ¿¿De um dia para o outro ele decidiu que ia embora e foi. Pegou suas roupas e foi para o sul, isso sem ter um centavo no bolso¿¿, conta Risomar. Pedindo carona na beira da estrada, João Maria conseguiu chegar à capital Paulista. ¿¿Foram três anos sem dar notícia nenhuma. Geralda não aguentava a aflição de não saber o que acontecia com seu filho mais velho¿
Para quem cometia roubos com facilidade em Natal, entrar no mundo do crime em São Paulo não foi nada difícil. João Maria se tornou um clínico geral, termo usado pelo polícia para o bandido que comete praticamente todos os tipos de crimes. O pior é que ele se orgulhava disso. Foi então que começou a escrever para sua mãe dizendo quantos tinha matado naquele mês ou quantos roubos tinha cometido. Sua tia não sabe descrever a lista dos crimes cometidos pelo sobrinho, mas ela lembra que a pilha de pastas do processo media quase meio metro de altura. Ele passou por vários presídios e delegacias de São Paulo, até chegar a mais conhecida penitenciária do país, o Carandiru, onde deveria cumprir 40 anos de prisão. ¿¿Foi aí que ele se aperfeiçoou no crime. O Carandiru era, naquela época, uma faculdade para criminosos. Eu disse várias vezes para a minha irmã: Seu filho não vai sair normal de lá, ele vai ficar maluco¿¿.

Cartas macabras
Da cadeia, João Maria escrevia frequentemente para sua mãe. O conteúdo das cartas, segundo Rizomar, é de horrorizar qualquer ser humano. Ele descrevia - e se vanglorizava disso - quantos tinha matado e onde cometia os crimes. Em umas das tantas correspondências, o ¿¿Satanás¿¿ confessava que tinha matado 50 pessoas. Com vergonha do conteúdo dos textos, dona Geralda depois de um tempo jogou todas as cartas fora.

A visita
Apesar de todas as atrocidades que o filho tinha cometido, dona Geralda resolve ir visita-lo no presídio paulista, em 1999. Para a viagem ela convida Risomar, sua irmã mais próxima. ¿¿Eu não tinha dinheiro para bancar minha passagem, mas ela pagou tudo¿¿, frisa. Chegando lá, depois de quase três dias de uma cansativa viagem, as irmãs chegam ao Carandiru. Risomar lembra que João Maria estava quase irreconhecível. E não era só pelo aspecto físico. ¿¿Ela foi logo abraçando eu e minha irmã, dizendo que estava com saudades e que queria voltar para casa. Mas não demorou muito para ele mostrar a sua verdadeira face. Depois de alguns minutos de conversa, ele começou a descrever os crimes cometidos por ele antes de ser preso¿¿, conta. Na hora de ir embora, Risomar lembra que João Maria falou para a mãe que queria ajuda para voltar para Natal. ¿¿A resposta de Geralda foi incisiva: ¿seu lugar é aqui. Você deve pagar pelo que fez¿. ¿Deu para notar que ele estava perturbado, que não era mais uma pessoas normal¿¿.
Volta para casa
No início do ano passado, João Maria consegue a liberdade provisória. Sem ter para onde ir, passou três meses morando nas ruas de São Paulo. Em julho do mesmo ano, conseguiu voltar à Natal, para desespero de sua família. Risomar lembra que João chegou muito magro, pesando pouco mais de 40 quilos e estava bastante doente. Dona Geralda o acolheu, sem imaginar o monstro que estava dentro de sua casa. Quando recuperou a saúde, João Maria deu início às ameaças a seus familiares. Os irmãos eram os alvos principais. Sua mãe também não escapava. Os meses foram se passando e as brigas aumentando. Todos os filhos diziam à Geralda para ela sair de casa para não acontecer o pior. Parecia que eles já previam a tragédia. ¿¿Nesse período, João Maria não saia de casa sozinho. Ele tinha medo de ser provocado e fazer uma besteira, como matar alguém e ter que voltar para a cadeia. Ele na rua, quando saia com a gente era uma pessoa tranqüila, mas quando estava em casa, onde não tinha testemunhas, ele se transformava em um monstro, que ameaçava matar a todos¿¿.

O conflito
Cansada de ver as brigas entre os irmãos, dona Geralda resolve vender a casa em Nova Parnamirim e decide ir morar bem longe, na Zona Norte de Natal. A missão de procurar uma nova casa foi dada a Risomar. ¿¿A casa foi vendida por R$ 40 mil. Recebi a primeira parcela de R$ 15 mil, dinheiro que seria usado para comprar a nova casa na Zona Norte. Encontrei a casa e anda sobrou R$ 2.500,00, que eu entreguei para minha irmã. É esse dinheiro que está sumido até hoje e que tenho certeza que João Maria roubou e deve ter escondido em algum lugar¿¿, afirma Risomar. No domingo 21 de agosto aconteceu o que alguns familiares temiam. Em um acesso de loucura e raiva, João Maria, ou melhor, o ¿¿Satanás¿¿, pegou o facão mais amolado na casa, o que era usado para abrir cocos, e deu vários golpes contra a cabeça e o tórax de sua própria mãe.

Arrependimento
Três dias depois de cometer o crime que chocou a sociedade, João Maria, concedeu uma entrevista a¿O POTI. Com a cara inchada e um olho roxo, a primeira palavra que saiu de sua boca foi arrependimento. Ele pediu o perdão de sua família e mais uma vez afirmou que matou a mãe porque estava bêbado e com muita raiva dela. Depois de levar uma surrar dos presos da carceragem da Ribeira, João Maria foi transferido para o presídio Provisório da Zona Norte. Nos primeiros dias ele ficou isolado no setor de triagem, e só amanhã será misturado aos outros presos. O futuro de ¿¿Satanás¿¿ na cadeia ninguém pode prever. A própria família quer que de lá ele só saia morto, e que ainda seja enterrado como indigente.



5:01 PM

Comments:

Da Folha do Estado, do MT:

Errata

A edição circulada no dia 28 de agosto de 2005, na página 4, suplemento AZ, do Jornal "Folha do Estado", onde foi redigida a matéria cujo tema era "UM TRATAMENTO REVOLUCIONÁRIO" possuía afirmações e termos não ditos pela profissional JANAINA BATISTA FABRIZI , pessoa entrevistada pela repórter do referido jornal.

As afirmações errôneas dissertadas pela repórter consistiam em:


# no momento do texto onde a repórter fala sobre a diferença de tratamento entre o RPG e o RPG/RFL ela erra em dizer que a diferença é a quantidade de posturas, pois a principal diferença é a intensidade de cada postura e não a quantidade delas.


# em outro tópico da matéria a repórter erra novamente ao citar termos técnicos desconhecidos pela profissional que deu a matéria, como por exemplo "efeito cabide".


# ao discorrer também em outro tópico a repórter traduz uma fala da profissional que não foi dita por ela, como a que diz: "não me limito às sessões de fisioterapia pagas pelo paciente". Essa fala não foi afirmada pela profissional, mas criada pela imaginação da repórter, pois o trabalho realizado pela profissional não são sessões de fisioterapia, mas de RPG/RFL associada a outras técnicas de conhecimento da profissional, como por exemplo, esparadrapagem.

3:05 PM

Comments:

Powered by Blogger

Um pouco do que sai de estranho na mídia desse Brasilzão

Past
current